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Vídeo: síndico levou polícia até corpo de corretora em área de mata em GO

O síndico Cléber Rosa de Oliveira foi quem levou os policiais para uma área de mata em Caldas Novas, em Goiás, onde o corpo da corretora Daiane Alves de Souza, de 43 anos, foi encontrado. Ele teria confessado o assassinato. 

Em vídeo obtido pela Band, é possível ver o momento que o corpo da corretora é localizado (veja acima). Daiane Alves de Souza estava desaparecida há mais de um mês. 

A área de mata é de difícil acesso, que liga Caldas Novas a cidade de Ipameri, na região sul do estado de Goiás. A polícia fez o isolamento do local. 

O Grupo de Investigação de Homicídios de Caldas Novas prendeu, na manhã desta quarta-feira (28), duas pessoas: o síndico do prédio onde a corretora tinha apartamento, Cléber Rosa de Oliveira, e o filho dele, Maykon Douglas de Oliveira. 

O porteiro do prédio foi levado para a delegacia e está sendo ouvido pela polícia. 

“A Polícia Civil de Goiás, por meio do Grupo de Investigação de Homicídios de Caldas Novas - 19ª DRP, em força-tarefa com o Grupo de Investigação de Desaparecidos (GID) e Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH), prendeu, na manhã desta quarta-feira (28), duas pessoas investigadas pelo desaparecimento de uma corretora de imóveis de Caldas Novas. A mulher estava desaparecida desde dezembro de 2025. O corpo dela foi localizado em uma região de mata na própria cidade”, informou a corporação em nota enviada à Band.

Síndico denunciado por crime de perseguição

Em janeiro deste ano, o Ministério Público de Goiás denunciou o síndico Cléber Rosa de Oliveira pelo crime de perseguição, previsto no artigo 147-A do Código Penal.

Segundo a acusação, os episódios teriam ocorrido entre fevereiro e outubro de 2025, quando o síndico teria adotado contra Daiane condutas reiteradas que ameaçaram a "integridade física e psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção e perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade".

O caso 

Daiane Alves Souza, de 43 anos, desapareceu no dia 17 de dezembro. Imagens de câmeras de segurança registraram a corretora descendo ao subsolo do prédio para verificar uma suposta falta de energia em seu apartamento. Desde então, ela não foi mais vista.

Ela chegou a gravar o trajeto com o celular. As imagens mostram que apenas o apartamento da corretora aparentava estar sem luz - o elevador, corredores e áreas comuns do prédio permaneciam iluminados. 

A situação levantou a suspeita da família de que a energia poderia ter sido desligada propositalmente.

Fonte: Band.
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