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Taylor Swift registra própria voz e imagem como marcas para combater IA

Taylor Swift deu um passo jurídico significativo para proteger sua identidade na era da inteligência artificial. Na última sexta-feira (24), a empresa da artista, TAS Rights Management, protocolou três pedidos de registro de marca no Escritório de Patentes e Marcas dos EUA (USPTO). Dois dos pedidos referem-se à sua voz, especificamente para as frases “Hey, it’s Taylor Swift” e “Hey, it’s Taylor”. O terceiro é uma marca visual que descreve detalhadamente uma fotografia de Swift no palco com seu icônico figurino da "Eras Tour" e uma guitarra rosa.

A estratégia, monitorada pelo advogado de propriedade intelectual Josh Gerben e divulgada pela Variety, reflete uma preocupação crescente na indústria do entretenimento. Como as leis de direito de imagem variam entre os estados americanos, o registro de marca permite que processos sejam movidos em nível federal, servindo como um impedimento muito mais potente contra plataformas de IA que geram conteúdos falsos — desde chatbots e imagens pornográficas até deepfakes políticos, como os compartilhados por Donald Trump durante a campanha de 2024.

A tese "Trademark Yourself"

Taylor Swift não é a primeira a adotar essa tática. Em 2025, o ator Matthew McConaughey obteve oito registros semelhantes, incluindo o áudio de seu famoso bordão “Alright, alright, alright!”. A ideia é que, ao possuir uma marca registrada sobre sua voz e aparência, o artista possa emitir ordens de remoção (takedowns) contra plataformas de IA de forma similar ao que os grandes estúdios fazem com direitos autorais. Em dezembro de 2025, por exemplo, a Disney forçou o Google a remover vídeos gerados por IA que imitavam seus personagens protegidos.

Impasses jurídicos e disputas de títulos

Apesar do movimento defensivo, Taylor Swift enfrenta seus próprios desafios com marcas registradas. Em março, a cantora foi processada pela performer Maren Wade, de Las Vegas. Wade alega que o álbum de 2025 de Swift, intitulado "The Life of a Showgirl", infringe sua marca de dez anos, "Confessions of a Showgirl". O órgão de patentes americano já havia rejeitado o pedido de Swift para registrar o título do álbum, citando possível confusão com o trabalho pré-existente de Wade.

Fonte: Band.
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