O Ministério Público Federal (MPF) manifestou-se favoravelmente à decretação da prisão preventiva do policial militar Guilherme Augusto Macedo. O agente é réu pelo homicídio do estudante de medicina Marco Aurélio Cadenas, de 22 anos, morto após uma abordagem em São Paulo.
O caso teve início a partir de uma discussão motivada por um tapa dado pelo estudante no retrovisor da viatura em que o policial estava. Após o ato, Marco Aurélio foi perseguido pelo policial militar até o hall de um hotel.
Imagens e relatos apontam que, no local, outro agente que acompanhava Guilherme desferiu um chute contra o estudante, fazendo-o cair no chão. Nesse momento, o policial Guilherme Augusto Macedo efetuou um disparo à queima-roupa contra Marco Aurélio, que não resistiu aos ferimentos e veio a falecer.
Próximos passos na Justiça
Com a manifestação do MPF, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) deverá analisar o caso e decidir se acata o pedido e recomenda a prisão preventiva do policial militar.
Paralelamente, a Justiça de São Paulo já havia decidido que os policiais envolvidos na ação devem ser submetidos a julgamento por júri popular. Até o momento, no entanto, a data oficial para a realização do Tribunal do Júri ainda não foi definida.
O caso segue sob acompanhamento das autoridades e cobertura jornalística.