A morte do empresário e ex-paquito Robson Barros, aos 57 anos, em decorrência de um câncer raro do sistema gastrointestinal, trouxe à tona a importância da conscientização sobre esse grupo de doenças que afeta milhares de pessoas em todo o mundo.
A informação sobre a causa da morte foi divulgada pelo Gshow, que também revelou que o ex-integrante do "Xou da Xuxa" recebeu mensagens de apoio de ex-paquitas e ex-paquitos durante as últimas semanas de vida.
O termo câncer gastrointestinal engloba diferentes tipos de tumores que se desenvolvem nos órgãos do sistema digestivo. Segundo informações do Gshow, foi justamente uma doença desse grupo que levou à morte de Robson.
Principais tipos de câncer gastrointestinal
Os cânceres que afetam o sistema digestivo incluem:
- Câncer de esôfago;
- Câncer de estômago;
- Câncer colorretal (cólon e reto);
- Câncer de intestino delgado;
- Câncer de fígado;
- Câncer de pâncreas;
- Câncer de vesícula biliar;
- Câncer das vias biliares;
- Câncer anal.
Embora cada tipo tenha características próprias, muitos compartilham fatores de risco semelhantes, como tabagismo, consumo excessivo de álcool, obesidade, alimentação rica em alimentos ultraprocessados, sedentarismo e histórico familiar da doença.
Sintomas que merecem atenção
Os sinais variam conforme o órgão afetado, mas alguns sintomas podem indicar a necessidade de investigação médica:
- Dor abdominal persistente;
- Perda de peso sem causa aparente;
- Alterações no hábito intestinal;
- Sangue nas fezes;
- Dificuldade para engolir;
- Azia frequente;
- Náuseas e vômitos;
- Falta de apetite;
- Cansaço excessivo;
- Icterícia (pele e olhos amarelados).
Diagnóstico precoce aumenta chances de tratamento
Especialistas destacam que a identificação precoce da doença pode aumentar significativamente as chances de sucesso do tratamento. Entre os exames utilizados para o diagnóstico estão:
- Endoscopia digestiva;
- Colonoscopia;
- Tomografia computadorizada;
- Ressonância magnética;
- Biópsia.
Dependendo do tipo e do estágio do câncer, o tratamento pode envolver cirurgia, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia ou terapias-alvo.
A história de Robson Barros reforça a importância da atenção aos sintomas e da realização de exames preventivos, especialmente entre pessoas com fatores de risco ou histórico familiar da doença.