O presidente da CBF, Samir Xaud, enfrenta questionamentos que vão além da gestão na entidade esportiva. De acordo com informações trazidas pelo jornalista Lúcio de Castro, o dirigente, que é médico concursado, apresentou um histórico de ausências no setor público que chama a atenção. Entre 2014 e 2025, Samir Xaud teria passado 51% do tempo de licença de suas funções, levantando dúvidas sobre a integridade profissional de sua carreira fora do futebol.
A apuração, noticiada também no Melhor da Tarde, ainda indica que, em certas ocasiões, o dirigente teria apresentado atestados médicos alegando problemas de saúde, como depressão, no mesmo período em que participava de competições de automobilismo (kart). A denúncia, que reforça a crise de credibilidade em torno de Samir Xaud, coloca em evidência a conduta pessoal do presidente da CBF, cuja remuneração mensal na entidade chega a R$ 300 mil — um valor que contrasta drasticamente com a média salarial do funcionalismo público brasileiro.