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Mãe de menino achado morto em carro: "Não vou aguentar viver sem meu filho"

mistério sobre a morte dos primos Henry Miguel Coelho Santana, de quatro anos, e Pedro Henrique Araújo Santana, de seis anos, ganhou contornos de profunda dor e indignação com o desabafo das famílias. Os meninos, que segundo parentes "viviam grudados", foram encontrados sem vida dentro de um veículo abandonado em um terreno na Vila Sônia, em Praia Grande, no litoral de São Paulo.

Em um depoimento comovente, a mãe de Henry contou como foi o momento em que soube da morte do filho em meio à procura pelos dois meninos. ""Por volta das 11h, quase meia-noite, eu voltei para a delegacia para fazer o boletim de ocorrência. Quando eu estava terminando de fazer o boletim, me ligaram falando: 'Acharam o seu filho'. Aí eu falei: 'Graças a Deus'. Quando eu cheguei aqui, meu filho estava morto".

A mãe expressou o desespero de perder o filho de forma tão abrupta. “Eu não sei dizer quem foi, meu Deus, eu não sei. Mas quem fez isso é um monstro, é um psicopata, é um lixo. Não deixa passar, foram duas crianças, pelo amor de Deus. Eu não vou aguentar viver sem o meu filho. Só quero justiça para quem foi o desgraçado maníaco que fez isso”.

Segundo ela, a criança estava brincando na frente da casa da avó quando desapareceu repentinamente. “Não sei porque eu não tenho prova ainda, mas eu acho que eles foram pegos na rua por alguém. Por alguém que fez essa barbaridade e só jogaram aqui, porque eu acho que não foi aqui”.

Detalhes que intrigam a investigação

A Polícia Civil registrou o caso como homicídio e trabalha com diferentes frentes para entender o que aconteceu entre as 14h de sábado, quando os meninos foram vistos pela última vez caminhando pela rua, e a madrugada de domingo, quando os corpos foram localizados.

Alguns pontos relatados por testemunhas e pela perícia inicial chamam a atenção:

Acesso ao veículo: três portas do carro estavam trancadas e apenas uma estava aberta no momento em que um adolescente encontrou as vítimas por volta das 00h45.

Sinais nos corpos: embora o IML tenha indicado preliminarmente a ausência de sinais de violência grave, como facadas ou tiros, a Polícia Militar relatou que os corpos apresentavam sinais de agressão e rigidez cadavérica ao serem encontrados.

Indícios no local: durante as buscas, foi localizada uma ferramenta com possíveis manchas de sangue próxima a uma residência na região, cujo morador não foi encontrado.

Hipóteses da Polícia

Enquanto a família acredita que as crianças foram vítimas de uma "barbaridade" cometida por terceiros e apenas jogadas no veículo, a investigação também considera a possibilidade de uma fatalidade. Devido ao calor extremo de 30°C registrado na Baixada Santista no sábado, a polícia não descarta que os meninos tenham entrado no carro para brincar e falecido por desidratação e falência de órgãos ao não conseguirem sair.

Laudos toxicológicos e exames mais detalhados do IML foram solicitados para confirmar se houve envenenamento ou se a causa da morte foi, de fato, o confinamento sob altas temperaturas.

Fonte: Band.
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