O apresentador Fred Bruno protocolou uma petição oficial na Polícia Civil de São Paulo para figurar formalmente como vítima no inquérito que apura um disparo contra o seu pé, ocorrido na madrugada de segunda-feira dentro de um bar na zona sul da capital paulista. A investigação apura a conduta do deputado estadual suplente Marcelo Aguiar.
Até então, o comunicador havia se manifestado apenas nas redes sociais sobre o episódio. Com a medida adotada por sua assessoria jurídica, a autoridade policial oficializou a inclusão de Fred Bruno no boletim de ocorrência que investiga as circunstâncias da agressão.
A apuração policial envolve também possíveis infrações do parlamentar antes do disparo. O veículo utilizado pelo político ostentava uma identificação que supostamente pertenceria à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).
Quando confrontada a respeito do registro, a Alesp informou formalmente que aquela placa fria não constava como vinculada ao parlamentar. Por exercer o mandato como suplente no Legislativo estadual, o político permanece em liberdade e respaldado por prerrogativas do cargo.
Debate sobre porte e descontrole
Chris Flores criticou o comportamento de pessoas armadas em espaços públicos de lazer. Ao relatar a própria rotina familiar, Chris Flores ressaltou a distinção entre preparo técnico e imprudência com armamentos.
"Sou casada com uma pessoa que tem o porte de armas e nunca entrou na minha casa, eu não permito. Uma vez que você está fora de controle, pega a arma para usar contra qualquer um: numa balada, contra a esposa, contra o filho ou vizinho", afirmou Chris Flores.
Para a jornalista, episódios desse tipo colocam em risco a sociedade. "Isso não pode acontecer. É vandalismo, vira uma selvageria. E ainda mais vindo de um parlamentar, que deveria dar exemplo", acrescentou.
A equipe reforçou a importância do registro legal protocolado pela vítima para dar andamento ao inquérito e garantir a apuração rigorosa de todas as responsabilidades criminais do caso.