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Deolane Bezerra ostentou bolsa de R$ 380 mil horas antes de ser presa
Reprodução/Instagram/@deolane

Deolane Bezerra parecia animada em voltar com tudo para as redes sociais horas antes de ser presa pela Polícia Civil de São Paulo. A influenciadora foi detida na Operação Vértix, que visa combater uma engrenagem financeira para lavar dinheiro do Primeiro Comando da Capital, o PCC.

No Instagram, um dos últimos stories da influenciadora mostra ela afirmando que voltaria às redes sociais e a ostentação de uma bolsa de luxo. "Ai, povo, a hora que eu parei. Não falei com vocês hoje, né? Mas amanhã eu vou ficar bem ativa aqui nessas redes", disse Deolane em um elevador.

No vídeo, ela mostra um look todo em preto com uma bolsa da Hermès Birkin Cargo branca, com detalhes em preto. A bolsa é comercializada nas redes sociais a partir de R$ 240 mil a até R$ 380 mil, já usadas. A bolsa de luxo é uma edição limitada e funcional da clássica Birkin, lançada em 2020 e inspirada em calças cargo, feita em lona leve e resistente, com detalhes e acabamentos em couro nobre.

Deolane presa: influenciadora chega ao Palácio da Polícia, em SP | Foto: Reprodução/Band

Deolane presa: influenciadora chega ao Palácio da Polícia, em SP | Foto: Reprodução/Band

Prisão de Deolane Bezerra envolve família de Marcola

A Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo deflagraram, nesta quinta-feira (21), a operação Policial Vérnix, contra lavagem de dinheiro da facção Primeiro Comando da Capital (PCC). A influenciadora digital Deolane Bezerra foi presa.

Além de Deolane Bezerra, a operação cumpre um mandado de prisão contra Marco Herbas Camacho, conhecido como Marcola, chefe do PCC, que já está preso, e o irmão dele, Alejandro Camacho, que cumpre pena no presídio federal em Brasília.

Segundo a corporação, a ação é resultado de uma investigação de alta complexidade que revelou uma engrenagem financeira milionária utilizada para ocultar, dissimular e reinserir na economia formal valores vinculados à alta cúpula do PCC. A investigação começou em 2019, quando bilhetes e manuscritos foram apreendidos pela Polícia Penal na Penitenciária II de Presidente Venceslau, no interior paulista, em poder de dois sentenciados.

Fonte: Band.
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