Nos Estados Unidos, uma história envolvendo gestação substituta chamou atenção após uma disputa judicial no Texas. A enfermeira McKenna West, que atuava como barriga de aluguel, recusou-se a realizar o aborto de um bebê que foi diagnosticado com uma grave doença cardíaca.
Os pais biológicos da criança exigiram a interrupção da gravidez quando a gestação completou 20 semanas. Diante da negativa da gestante, o caso foi parar nos tribunais.
Decisão judicial e saúde da criança
McKenna conseguiu que a Justiça americana permitisse que ela seguisse com a gestação. A condição do menino é considerada grave, mas os médicos apontam que o problema é tratável por meio de uma cirurgia a ser realizada logo após o parto, previsto para acontecer no mês que vem.
O tribunal americano também garantiu o direito à realização do procedimento cirúrgico na criança após o nascimento. No entanto, o embate jurídico ainda não chegou ao fim: ainda não há um parecer da Justiça sobre quem terá a responsabilidade parental definitiva sobre o menino: os pais biológicos que encomendaram a gravidez ou a barriga de aluguel.