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Adriane Galisteu diz que marido a incentivou a contar história com Senna
Thalles Garbin Leamari/Divulgação/Arquivo Pessoal/Adriane Galisteu

Adriane Galisteu, casada com Alexandre Iódice há mais de 15 anos, falou do apoio que recebeu do marido para poder contar a história de amor que viveu com Ayrton Senna por pouco mais de um ano, até a morte do piloto em 1994. A apresentadora contou que foi ele quem a incentivou a contar a história ao lado do atleta no documentário "Meu Ayrton, por Adriane Galisteu".

"Ele falou: 'Você tem um filho que até então só ouviu falar um pouco dessa história. Então ele conhece um pouco dessa história através das coisas que ele escuta, tá na hora dele ouvir da mãe, de você", disse Galisteu ao canal de Maya Massafera. Segundo Galisteu, ele disse para ela deixar este legado para o filho do casal, Vittorio e para "quem quiser ver".

A apresentadora diz ter resgatado o passado apenas pelo apoio de Iódice. "Essa história tava tão bem organizada na minha cabeça que eu falei: 'Não vou me mexer mais com isso''. Dói voltar nesse assunto porque não é só voltar na da perda do Ayrton, mas dores profundas que eu tive naquela época da minha família, do meu irmão", disse.

Ela afirmou que a época da morte de Ayrton é de muita dor. "Muita perda, foi horrível essa fase. Mas agradeço aqui ao Alê, porque além dele ser o meu marido, o meu cúmplice, ele é meu empresário também. Ele olha para minha carreira de uma maneira mais aberta, sem nenhuma relação homem e mulher", pontuou.

Adriane Galisteu e Ayrton Senna

A apresentadora, ainda uma jovem modelo em início de carreira, namorou o ídolo da Fórmula 1 por um ano e meio, de 1993 até a fatídica morte de Ayrton Senna em 1º de maio de 1994 em Ímola. "Conheci o Ayrton num momento muito difícil da minha vida, meu irmão estava com muitos problemas com droga. Eu nunca imaginei que esse homem poderia estar me dando algum tipo de bola. Ele podia ter a mulher que quisesse", disse em entrevista ao Show Business, da Band.

Apaixonado, Senna foi até a casa da família de Galisteu no bairro da Lapa, em São Paulo, conhecer a mãe da apresentadora e pedir permissão para namorá-la pouco tempo após o primeiro contato. Oficializado o namoro, Adriane abandonou a carreira promissora como modelo para acompanhar Ayrton Senna pelo mundo. Ela tinha como meta morar em Hong Kong, com o agente Sérgio Fineto, para modelar, mas desistiu para viver o romance com o ídolo brasileiro.

"Eu ia trabalhar mais um mês no Brasil e viajar para lá. Quando conheci ele [Senna], falei que ia, ele pediu pra ficar. Aí eu esqueci Hong Kong, esqueci modelo, esqueci tudo", contou em entrevista à Marília Gabriela, em 1994.

Jornalistas que cobriam Fórmula 1 lembram do relacionamento de Senna e Adriane com carinho. "Eu notei uma diferença muito grande no comportamento do Senna desde que passou a namorar a Adriane. Ele se humanizou muito, passou a tratar as pessoas diferente, virou uma pessoa mais tranquila, serena. Viveu a melhor fase profissionalmente ao lado dela", disse o jornalista Flávio Gomes, especialista em Fórmula 1 e que cobriu toda a carreira do piloto.

Fonte: Band.
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